Lawfare e paridade de armas
LAWFARE. VÍTIMAS SE UNEM. USO DOS INTRUMENTOS LEGAIS PARA PERSEGUIR. LAWFARE. PRÁTICA. INJUSTIÇA. NECESSIDADE PARIDADE DE ARMAS
DEBATE. VÍTIMAS SE UNEM. USO DOS INTRUMENTOS LEGAIS PARA PERSEGUIR. LAWFARE. PRÁTICA. INJUSTIÇA. NECESSIDADE PARIDADE DE ARMAS
A complexidade do emprego do termo “paridade de armas”, no âmbito da Justiça, pode encontrar no debate sobre as práticas de lawfare interessante argumento à pacificação e ao fortalecimento das instituições do sistema legal. Buscar a simplificação do debate, neste caso, equivale a um esforço de ampliação do entendimento de que a questão do lawfare não é somente uma questão que envolve a Justiça e sim tem a ver com a injustiça e atinge a todos brasileiros.
Nem tudo que é injusto é lawfare, mas toda prática de lawfare resulta em injustiça. Por isso, quando as garantias legais e a defesa dos direitos humanos são ameaçadas, o que fica mais nítido quando a Constituição do País não é respeitada, a injustiça é produzida objetivamente, assim como o lawfare. Por que isso acontece em todo o mundo e no Brasil já é possível observar um quadro epidêmico de contágio da Justiça pelo lawfare?
A resposta à pergunta anterior está na paridade de armas. No lawfare, as forças que potencialmente têm o poder e até o dever de mover a sociedade para um futuro mais justo, assumem a posição de dosar esse desenvolvimento, de forma não progressista e conforme as suas prerrogativas. Essas forças têm dominado o cenário brasileiro, em todos os poderes da república. Por outro lado, liderados pelo inconformismo com as injustiças que são perpetradas no presente e planejadas para o futuro, surgem grupos e movimentos que se veem enfraquecidos pela ausência de paridade de armas.
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