ENAC é obrigatório para se inscrever no concurso de cartório? Entenda o que diz o CNJ
O Exame Nacional de Cartórios (ENAC), instituído pela Resolução CNJ nº 575/2024, tornou-se requisito obrigatório para a inscrição preliminar nos concursos de cartório, tanto por provimento quanto por remoção. O Conselho Nacional de Justiça confirmou a legalidade da exigência no PCA nº 0008116-48.2025.2.00.0000, entendendo que o exame funciona como um mecanismo nacional de padronização técnica e filtro inicial dos candidatos. Na prática, o ENAC passa a ser a nova porta de entrada para a atividade notarial e registral, exigindo preparação antecipada dos interessados.
Se você acompanha concursos para cartórios, já percebeu que o Exame Nacional de Cartórios (ENAC) passou a ser tema central — e muita gente ainda tem dúvidas sobre sua legalidade.
📌 O que mudou?
A Resolução CNJ nº 575/2024 alterou a Resolução nº 81/2009 e instituiu o ENAC como pré-requisito para a inscrição preliminar nos concursos de provimento e remoção de serventias extrajudiciais. Isso significa que, para participar, o candidato precisa comprovar aprovação prévia no exame.
⚖️ É legal exigir essa aprovação já na inscrição?
Segundo entendimento recente do Conselho Nacional de Justiça no PCA nº 0008116-48.2025.2.00.0000, não há ilegalidade na exigência. O requisito decorre diretamente da norma nacional que regulamenta os concursos de cartório, criada para padronizar critérios e garantir maior uniformidade técnica entre os candidatos.
👀 O que isso significa na prática?
O ENAC funciona como um “filtro inicial”. Somente quem já demonstrou conhecimento técnico mínimo segue para o concurso específico de cada tribunal.
💡 Dica estratégica para candidatos
Não espere o edital sair para estudar. O ENAC já virou porta de entrada para a atividade notarial e registral.
Continue lendo
Mais desta editoria
NotíciasMEC anuncia inscrição automática no Enem para estudantes do 3º ano da rede pública
CNJ reafirma limites do direito de opção em reorganização de serventias extrajudiciais e reacende debate sobre conceitos jurídicos fundamentais
Fortalecimento das associações e rigor constitucional: CNJ busca equilíbrio na atividade registral
Comentários (0)
Ainda não há comentários aprovados neste post.
