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Coluna – Camisa 10 não é lugar para satisfazer vaidades
Quais critérios devem ser usados para que determinado jogador vista a camisa 10 de uma equipe? A pergunta se faz necessária, principalmente porque a mística, aqui no futebol brasileiro, começou meio que por acaso. Até a...
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Quais critérios devem ser usados para que determinado jogador vista a camisa 10 de uma equipe? A pergunta se faz necessária, principalmente porque a mística, aqui no futebol brasileiro, começou meio que por acaso. Até a Copa de 1958, quem a vestia jogava no meio de campo, mais pelo lado esquerdo. O cabeça-de-área ficava com a camisa 5; na meia-direita jogava o 8; e a camisa 10 era do meia-esquerda. Mas os deuses do futebol resolveram interferir na história e, até hoje, por motivos não confirmados, Pelé, o garoto convocado para a Copa de 58, ficou com a 10. E a partir dali a gente já conhece a história.
A camisa 10 virou a do craque do time. Mas é bem verdade que outros craques usaram outros números, em especial no exterior, onde vemos outras numerações com a mesma idolatria. Mas vamos ficar aqui no Brasil. Principalmente porque, no último fim de semana, o Flamengo, clube mais popular do país, indicou que, em 2023, o atacante Gabriel Barbosa, o Gabigol, ou Gabi, vai usar a camisa que um dia foi imortalizada por Zico.
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