Javier Tarazona o defensor de direitos humanos com mais dias de privação de liberdade

Faz um ano e dois meses que o defensor de direitos humanos e diretor da FundaRedes, Javier Tarazona, foi detido arbitrariamente na sede do Helicoide, na cidade de Caracas.

Ativistas, defensores e voluntários da Ong FundaRedes fazem o apelo para pedir, como foi solicitado desde o primeiro dia, a libertação de Javier Tarazona, que desde 2 de setembro cumpriu 427 dias de detenção, bem como a plena liberdade dos ativistas Rafael Tarazona e Omar de Dios Garcia.

A informação ficou a cargo da advogada Clara Ramírez, coordenadora de documentação da FundaRedes, que garante que “Javier Tarazona, diretor de nossa organização, lutou em apoio a tantas vítimas de violações de direitos humanos, especialmente nos estados fronteiriços do país.

O professor e defensor de direitos humanos desde 2020 goza de uma medida de proteção pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos “e hoje o Estado o acusa de instigação ao ódio, por solicitar ao Ministério.

A advogada referiu que, “desde antes da sua detenção, o diretor da FundaRedes apresentava um quadro de patologias, e infelizmente o seu estado de saúde está a piorando.

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